Desfazer uma transformação
Uma matriz quadrada A tem inversa A−1, com A−1A=AA−1=I, exatamente quando sua transformação não perde informação: entradas diferentes dão saídas diferentes. O determinante mede como A altera volumes (com sinal para inversões), então A é invertível exatamente quando detA=0. Para uma matriz 2×2, A−1=ad−bc1(d−c−ba). Regras úteis: det(AB)=detAdetB e det(A−1)=1/detA.
κ(A)=∥A∥∥A−1∥=σminσmax,∥x∥∥δx∥≲κ(A)∥b∥∥δb∥(1) Invertível não significa seguro. O número de condição κ(A) diz quanto um pequeno erro relativo em b (ou nas entradas de A) pode ser ampliado na solução x. Regra prática: perdem-se cerca de log10κ dos aproximadamente 16 dígitos da precisão dupla. Um determinante pequeno por si só não prova nada, porque depende da escala: 0,001I tem determinante minúsculo, mas κ=1. O que torna κ enorme são colunas quase colineares.
Uma inversa e um quase erroPara
A=(4276):
detA=24−14=10, então
A−1=101(6−2−74). Compare agora
B=(1111,0001): suas colunas são quase iguais,
detB=0,0001 e
κ(B) é cerca de
4×104, de modo que um erro relativo de
10−6 nos dados pode virar um erro de cerca de
4% na solução.
- Invertível: quadrada com detA=0; nenhuma informação se perde.
- Número de condição: quanto os erros nos dados são ampliados; um valor grande indica uma resolução frágil.
- Nunca forme A−1 para resolver: uma resolução por fatoração é mais rápida e precisa.
Ativos colineares quebram matrizes de covariânciaDois ETFs que acompanham quase o mesmo índice dão uma matriz de covariância com linhas quase iguais. O seu κ é enorme, então um otimizador de variância mínima baseado na inversa oscila muito com pequenas mudanças nos dados. Verifique κ (ou elimine ou combine os quase duplicados) antes de confiar nos pesos. Lab: o que é avaliado
- A inversa de uma matriz 2 por 220 pts
- Um determinante 3 por 310 pts
- Achar a matriz singular15 pts
- Dígitos confiáveis15 pts
- Boas práticas numéricas15 pts
- Regras do determinante10 pts
- Por que não inverter15 pts